sábado, 22 de maio de 2010

Legalmente loira 2 - 22/05/10

Depois de se formar em Harvard, Elle Woods (Reese Whiterspoon) é agora uma jovem advogada, que conseguiu seu primeiro emprego em um grande escritório e divide seu tempo entre a carreira e os preparativos para o casamento com Emmett Richmond (Luke Wilson). Ao descobrir que a mãe do seu adorado chihuahua, Bruiser, está sendo usada como cobaia em testes com cosméticos por um dos clientes do escritório em que trabalha, Elle resolve defender os direitos dos animais e é imediatamente despedida. Ela fica arrasada, mas sem deixar de ser otimista vai para Washington, para trabalha com a congressista Victoria Rudd (Sally Field) e resolver as coisas do seu jeito. Ao tentar entender como as decisões são tomadas e conquistar a simpatia de políticos, visando seus interesses pessoais, Elle enfrentará um grande desafio e logo é chamada de "Barbie do Capitólio", pois em meio a tantas cores sóbrias seu visual cor-de-rosa se sobressai. Isto faz com que os políticos não se simpatizem com Elle inicialmente e Washington D.C. não é um lugar fácil para uma mulher ligada com as últimas tendências da moda, mas com determinação Elle enfrenta o sistema ao estilo Woods. Elle ergue a voz em defesa não só por Bruiser, pois também quer criar uma lei que proteja todos os animais. 

Adestramento inteligente - 22/05/10

Transmitir informações para tornar o convívio com seu cão muito mais prazeroso é a intenção deste livro. As técnicas sugeridas pelo autor, Alexandre Rossi, permitem adestrar cães de qualquer raça, em qualquer idade, e de uma maneira agradável, sempre com respeito e carinho. Dicas práticas são apresentadas para que você encontre soluções para problemas que podem estar atrapalhando sua relação com seu melhor amigo, como agressividade, xixi fora de lugar, compulsão para roer móveis, e muitos outros. Você compreenderá melhor o comportamento do cão e assim será capaz de treiná-lo com muito mais rapidez e eficiência.

PRECE DE UM CÃO ABANDONADO - 22/05/10

Sabe, senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz.
Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, quase fui atropelado.
Que teria feito eu de tão mau? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse no quintal me ver.
Às vezes, eu latia, mas tinha estranhos no portão, não poderia deixá-los entrar sem avisar meu dono.
Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar dando trabalho.
Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos, nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado.
Creio que, hoje, vou me encontrar contigo, ai no céu meu sofrimento vai terminar, mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos:
Mandem-lhes pessoas que deles tenha compaixão, como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual o que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a eu sinto, com o alimento do amor que me foi negado.
Mata-lhes a sede, com a água pura de seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, estripando a ignorância da terra.
Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, laboratórios e tudo mais. Tirando das mãos humanas o gosto pelo sangue.
Ampare as cachorrinhas prenhas eu verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois, entre todos os males o que mais me doeu foi esse.
Receba, pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não mais será meu sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.

sábado, 15 de maio de 2010

Animais em apartamentos - 15/05/10

Por Rosana Gniper
Qualquer animal que vive em condomínio de apartamentos é amparado pela lei n° 04591/64 e art. 554 do código civil. Mesmo havendo na convenção condominial cláusula proibindo animal em apartamento, tolera-se ali a permanência deste.
Vale ressaltar também o respeito que todos devemos aos animais, até mesmo garantido hodiernamente pela Lei Ambiental 9.605/98.
Respeito entre homem e animal, criados por Deus, para partilharem do mesmo planeta, para o fim de se ajudarem mutuamente dentro da biodiversidade, sem a qual a VIDA não se faz.
A Lei Federal 4.591/64, em seu Artigo 19, diz: "cada condômino tem o direito de usar e fruir com exclusividade de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionadas umas às outras às normas de boa vizinhança".
O condomínio pode proibir um cãozinho de passear nos jardins do prédio, ou de andar no elevador, mas não de morar com seus donos. Da mesma forma, a presença de animais inconvenientes, que perturbem a ordem, a higiene e o sono dos outros moradores pode ser questionada.
E isso independe do porte do animal. Um papagaio pode incomodar mais do que um cachorro, por exemplo, e se prejudicar a norma da boa vizinhança pode ser impedido  de permanecer.
 "Mas se a presença do animal não viola as leis, ele pode ser mantido a despeito dos protestos do síndico ou dos vizinhos".

Marley e eu - 15/05/10

Sinopse - John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston) casaram-se recentemente e decidiram começar nova vida em West Palm Beach, na Flórida. Lá eles trabalham em jornais concorrentes, compram um imóvel e enfrentam os desafios de uma vida em conjunto. Indeciso sobre sua capacidade em ser pai, John busca o conselho de seu colega Sebastian (Eric Dane), que sugere que compre um cachorro para a esposa. John aceita a sugestão e adota Marley, um labrador de 5 kg que logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.

Amor de mãe gata - 15/05/10

ELA era apenas uma gata de pêlos curtos, sem eira nem beira e sem nome, com cinco filhotinhos, tentando sobreviver nas ruas pobres de um bairro de Nova York. Estabeleceu morada numa garagem abandonada e depredada, bastante sujeita a incêndios. Vasculhava a vizinhança procurando restos de comida para poder alimentar-se e cuidar dos filhotes.

Tudo isso iria mudar às 6h06 da manhã de 29 de março de 1996, quando um incêndio rapidamente engolfou a garagem. A casa dos felinos ficou em chamas. A divisão 175 do corpo de bombeiros foi acionada, e logo o incêndio foi debelado. O bombeiro David Giannelli ouviu o miado desesperado dos gatinhos. Ele encontrou três deles perto da garagem, o quarto quase que no outro lado da rua, e o quinto na calçada. Os gatinhos eram novinhos demais para terem escapado sozinhos. Giannelli notou que as queimaduras eram progressivamente mais graves, de um gatinho para outro, alguns tendo esperado mais tempo para ser resgatados, visto que a mãe os carregou um por um para fora do local do incêndio.
O Daily News de Nova York, na sua edição de 7 de abril de 1996, relatou o seguinte a respeito do paradeiro da gata e do seu desvelo: "Quando Giannelli encontrou a gata, ela estava prostrada de dor num terreno baldio ali perto, e aquilo lhe cortou o coração. As pálpebras da gata estavam fechadas de tanto que incharam por causa da fumaça. As almofadas das patas apresentavam queimaduras gravíssimas. O rosto, as orelhas e as pernas estavam horrivelmente chamuscados. Giannelli providenciou uma caixa de papelão onde cuidadosamente colocou a gata e os filhotes. ‘Ela nem conseguia abrir os olhos’, disse Giannelli. ‘Mas tocou os gatinhos um por um com a pata, contando-os.’"
Quando chegaram à Liga de Animais North Shore, ela estava morre-não-morre. O relato continuou: "Deram-lhe medicamentos para combater o choque. Colocaram um tubo intravenoso cheio de antibiótico na heróica felina, e, delicadamente, passaram pomadas antibióticas nas queimaduras. Daí ela foi colocada numa gaiola com câmara de oxigênio para ajudar a respiração, e todo o pessoal da liga de animais ficou em suspense . . . Em 48 horas, a heroína já conseguia sentar-se. Seus olhos inchados se abriram e, segundo os veterinários, não tinham sofrido nenhuma lesão."
Pare e pense. Imagine por um momento essa mãe corajosa, com seu medo inato do fogo, entrando no local enfumaçado e em chamas para resgatar os filhotinhos que miavam desesperadamente. Entrar uma vez para levar os filhotinhos indefesos seria incrível; fazer isso cinco vezes, cada vez com dores mais intensas devido a queimaduras adicionais no rosto e nos pés, é inimaginável! A corajosa criatura foi chamada de Scarlett porque as queimaduras revelavam uma pele cor de escarlate, ou vermelha.
Quando essa comovente história do grande amor de uma mãe por sua prole foi veiculada ao mundo pela Liga de Animais North Shore, o telefone não parava de tocar. Mais de 6.000 pessoas, de lugares tão distantes como o Japão, a Holanda e a África do Sul, telefonaram para perguntar sobre o estado de Scarlett. Umas 1.500 se ofereceram para adotar Scarlett e seus filhotes. Um dos gatinhos mais tarde morreu.
Scarlett comoveu o coração de muita gente no mundo todo. Isso nos faz pensar se o coração de milhões de mães hoje, que eliminam o filho antes de nascer, ou por abusos, logo depois que nasce, não sente nenhum remorso diante do exemplo do amor de Scarlett pelos seus filhotes.

Marley e eu - 15/05/10

Sinopse: - John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston) casaram-se recentemente e decidiram começar nova vida em West Palm Beach, na Flórida. Lá eles trabalham em jornais concorrentes, compram um imóvel e enfrentam os desafios de uma vida em conjunto. Indeciso sobre sua capacidade em ser pai, John busca o conselho de seu colega Sebastian (Eric Dane), que sugere que compre um cachorro para a esposa. John aceita a sugestão e adota Marley, um labrador de 5 kg que logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.